
SOCIEDADE
Em Sociologia, uma sociedade é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade. A sociedade é objeto de estudo comum entre as ciências sociais, especialmente a Sociologia, a História, a Antropologia e a Geografia
Uma sociedade é um grupo de indivíduos que formam um sistema semi-aberto, no qual a maior parte das interações é feita com outros indivíduos pertencentes ao mesmo grupo. Uma sociedade é uma rede de relacionamentos entre pessoas. Uma sociedade é uma comunidade interdependente. O significado geral de sociedade refere-se simplesmente a um grupo de pessoas vivendo juntas numa comunidade organizada.
Os sociólodos definem sociedade como um conjunto de pessoas que vivem em um mesmo território, falam a mesma língua e compartilham a mesma cultura.
A origem da palavra sociedade vem do latim societas, uma "associação amistosa com outros". Societas é derivado de socius, que significa "companheiro", e assim o significado de sociedade é intimamente relacionado àquilo que é social. Está implícito no significado de sociedade que seus membros compartilham interesse ou preocupação mútuas sobre um objetivo comum. Como tal, sociedade é muitas vezes usado como sinônimo para o coletivo de cidadãos de um país governados por instituições nacionais que lidam com o bem-estar cívico.
Pessoas de várias nações unidas por tradições, crenças ou valores políticos e culturais comuns, em certas ocasiões também são chamadas de sociedades (por exemplo, Judaico-Cristã, Oriental, Ocidental etc.). Quando usado nesse contexto, o termo age como meio de comparar duas ou mais "sociedades" cujos membros representativos representam visões de mundo alternativas, competidoras e conflitantes.
Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um conceito desenvolvido inicialmente pelo antropólogo Edward Burnett Tylor para designar o todo complexo metabiológico criado pelo homem. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social; É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.
Tradição (do latim: traditio, tradere = entregar; em grego, na acepção religiosa do termo, a expressão é paradosis παραδοσις) é a transmissão de práticas ou de valores espirituais de geração em geração, o conjunto das crenças de um povo, algo que é seguido conservadoramente e com respeito através das gerações.
A tradição e sua presença na sociedade baseiam-se em dois pressupostos antropológicos: a) as pessoas são mortais; b) a necessidade de haver um nexo de conhecimento entre as gerações.
Os aspectos específicos da tradição devem ser vistos em seus contextos próprios: tradição cultural, tradição religiosa, tradição familiar e outras formas de perenizar conceitos, experiências e práticas entre as gerações. A tradição toma feições peculiares em cada crença. Pode-se destacar a presença da tradição nos grandes grupos religiosos: Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo.
Caçador-coletor
O homem foi um caçador-coletor até à revolução neolítica, e a caça e a coleta foram os primeiros modos de subsistência do Homo sapiens. Estas atividades foram herdadas diretamente do mundo animal, particularmente dos primatas.
Estes modos de subsistência consistem na recolha da natureza do que ela fornece espontaneamente. Precedem a pecuária e a agricultura, e podem dar origem ao nomadismo, se as manadas que fornecem a subsistência principal se deslocam ou se os
• As descobertas arqueológicas sustentam a hipótese de que, há vinte mil anos, todos os seres humanos eram caçadores-coletores. Hoje ainda subsistem caçadores-coletores no Ártico e nas florestas tropicais úmidas, onde outras formas de subsistência não são possíveis. A maior parte desses grupos teve ancestrais agricultores, que foram empurrados para zonas periféricas no decorrer de migrações e de conflitos. Estima-se que estas comunidades desaparecerão dentro de algumas dezenas de anos.
São utilizados apenas os materiais disponíveis na natureza para a construção de abrigos, dando preferência para os naturais, que necessitem de poucas transformações. Estes abrigos destinam-se à proteção contra intempéries e predadores.
A grande maioria das sociedades de caçadores-coletores é nômade. Normalmente, os recursos de uma área são rapidamente esgotados, tornando impossível a fixação permanente dos grupos humanos.
Características dessas sociedades
Alguns aspectos são comuns à maioria das sociedades de caçadores e coletores, entre eles: a) a capacidade de interferir no meio ambiente é mínima; b) e necessária sempre uma vasta área para garatir a sobrevivência, visto que os recursos se esgotam rapidamente; c) o deslocamento é constante; d) são formados por poucos membros, espalhados poe centenas de quilômetros quadrados, e) a posse de recursos se reduz ao mínimo; f) não há produção de reserva, esse tipo de eocnomia é chamdo de subsistência.
Não há pobres e ricos entre eles, as divisões se restringem ao sexo, a idade e ao parentesco. Todos tem praticamente o mesmo nível de poder. Não há divisão de trabalhp. Mas geralmente os homens ficam com a caça e a pesca, e as mulheres à coleta de frutos e raízes. Segundo estudiosos dessas sociedades, apenas a metade dos membros atinge a idade de 20 anos.
O traço central das sociedades de caçadores e coletores é a ausência de excedentes ou sobras, pois a dificuldade para obtenção de alimentos são tamanhas que nenhuma sobra é possível.
Com o desenvolvimento tecnológico, ao longo de milhares de anos, como veremos, os excedentes tornaram-se possíveis . E wundo há excedentes , alguns membros da sociedade podem viver deles e ocupar-se com atividades que não sejam a exclusiva busca de alimentos, podendo dedicar-se a outras atividades.
Se não tivéssemos saído da condição de caçadores-coletores, não teriam existido Sócrates, Jesus Cristo, Leonado da Vinci, Mozart, etc.
SOCIEDADES DE PASTORES
Há cerca de 10 mil anos, alguns animais passaram a conviver com os humanos. Iniciava-se o processo de domesticação, importante passo na evolução humana. Ovelhas e cabras passaram a ser mantidas no mesmo local, podendo ser facilmente levadas para pastar e reunidas à noite sem que fugissem. E reproduziam-se rapidamente. Carne, leite, lã e couro tornaram-se bens muito valiosos. Podiam sustentar um grupo grande de pessoas, sem que fosse necessário caçar e coletar vegetais.
Formavam-se assim sociedades de pastores, sobretudo em regiões áridas, como no deserto do Saara (África), na Mongólia (Ásia Central) e em diversas áreas do Oriente Médio. Nessas regiões a agricultura, que se desenvolvia na mesma época em outras regiões, era praticamente impossível. Ainda hoje podem ser encontrados grupos humanos dedicados exclusivamente ao pastoreio nesses mesmos locais.
As principais caracteríticas das antigas sociedades de pastores eram: a) nomadismo – as pastagens não duravam muito tempo, por isso novas eras diviam ser constantemente procuradas; b) grupos grandes; c) propriedade particular dos rebanhos; d) desigualdade social – era consequância da posse particular de rebanhos e mesmo de pastagens, com o tempo, algumas famílias conseguiam criar masi animais que outras, graças à sorte ou a uma administração mais eficiente.
Surgiam famílias mais poderosas, com chefes que deram origem ao chamado sistema patriarcal. A domesticação do cavalo (por volta dd 3500 a.C.) tornou-se fator decisivo na dominação de uma família, de um grupo ou clã, originando a guerra para o roubo de animais e a conquista do território.
AS SOCIEDADES DE HORTICULTORES
Há cerca de 10.000 anos, ou seja, quando ocorria a domesticação dos primeiros animais,ealgumas áreas do Orinte Médio formavam-se hortas, com os primeiros cultivos de vegetais. Trigo, ervilha, oliveira, arroz e milhete são considerados os primeiros vegetais domesticados.
A tecnologia e os meios de produção eram simples: bastões para perfurar o chão e sementes que eram colocadas nos buracos. Mas havia uma avanço importantissímo: o conhecimento e o controle no processo de produção. As pessoas sabiam que não precisavam mais depender dos recursos da natureza e que, em áreas destinadas especificamnte às culturas, podiam dcidir o momento de plantar e o momento de colher.
Esta estabilidade permitiu o sedentarismo e a formação de aglomerados humanos, com milhares de pessoas. Iniciava-se a revolução agrícola, um dos passos mais importantes na evolução a humanidade.
Com a formação dos primeiros excedentes ou estoques, surgia a necessidade de recepientes e locais para o armazenamento dos mesmos. Surgia assim os artsãos que se dedicaram a confecção de vasos, potes, panelas, fornos e fogões.; outrs pessoas passaram a dedicar-se a outras tarefas como a construção de casas, fabricaação de armas, ferraments, etc. Era a divisão do trabalho que se instalava. Também começou a surgir a desigualdade social.
Segundo alguns sociólogos foi nessa época que surgiu a escravidão.. Chefes assumiram o governo de grupos e sociedades, tornando-se reis com poder hereditário, surgia assim uma elite que dominava a população.
AS SOCIEDADES AGRÁRIAS
A invençao mais importante e revolucionária foi a do arado, ocorrida por volta de 4.000 a.C. Aliado à descoberta da roda e da tração animal, o arado desencadeou o que se chamou de revolução agrícola. A irrigação acrescentou outra mlhoria extraordinária. A produção aumentou enormemente. Revolvida e arejada pelo arado, umedecida pela irrigação, a terra podia ser cultivada indefinidamente. Os assentamentos de moradores tornaram-se permanetes, dando origem às primeiras cidades. Ocorreram a descoberta da escrita e dos números e a fundição de metais; começava a pratica da metalurgia.
Características das sociedades agrárias
A desigualdade social já instalada na etapa anterior, a da horticultura, acentuou-se com o aumento da produção. E a invenção da escrita contribuiu para criar uma uma diferenciação ainda maior entre as camadas sociais superiores e as camadas dos camponeses e escravos.
Também a divisão do trabalho foi se acentuando, junto com o crescimento das cidades. Nessas, um número cada vez maior de pedreiros, ferreiros, carpinteiros, soldados, tecelões e centenas de outros prosissionais podiam dedicar-se a sua tarefas sem precisar produzir seus alimentos. Geralmente estavam a serviços dos poderosos, que lhes pagavam as tarefas com moedas ou comida e abrigo.
As sociedades agrárias organizavam-se em complexos sistemas políticos e religiosos. O poder político e religiosos estava intimamente ligado.
DESIGUALDADES SOCIAIS
Também a concentração de riquezas era espantosa nas sociedades agrárias. As famílias reais e um pequeno grupo de patrícios e nobres possuíam mais de 90% de toda a riqueza – terras e produção agrícola. Controlavam assim os meios de produção.
De fato, de todas as sociedades que existiram, as sociedades agrárias foram as que apresentaram as maiores desigualdades sociais.
AS SOCIEDADES INDUSTRIAIS
Por volta de 1750, na Inglaterra, alguém percebeu que a água caindo de uma certa altura tinha força para fazer girar uma roda dentada situada em um nível mais baixo. Colocando um eixo nessa roda, podia-se fazer girar um aparelho para fazer fios, um pilão para descascar e moer cereais... Era o início de uma revolução: a força dos músculos animais sendo substítuidas por uma força que não se cansa e pode trabalhar dia e noite sem exigir comida e pagamento.
Um novo passo foi dado quando alguém percebeu que o vapor da água fervendo pode levantar a tampa da panela: o vapor representa uma força e, portanto pode movimentar uma roda, um eixo.... Nasciam as máquinas a vapor, a principal das quais foi a locomotiva, início da revolução dos transportes.
A introdução desses novos meios de produção – a água e o vapor – para cavar, trnasportar, serrar, cortar, erguer, girar desencadeou a maior revolução tecnológica até aquele tempo: a Revolução Industrial. Ela ganharia novo impulso no sec. XIX, com a descoberta da eletricidade. As sociedades agrárias não seriam mais as mesmas.
Podemos imaginar o que representou a invenção de máquinas que libertaram o homem do uso de seus músculos e deixaram-no livre para usar seu cérebro – ou seja, sua inteligência e imaginação.
Junto com a eletricidade, o carvão foi um dos principais elementos propulsores da Revolução Industrial.
ELITES E DESIGUALDADE
Desde os primeiros momentos da Revolução Industrial, pessoas empreendedoras e com capital passaram a dominar os meios de produção – máquinas, fábricas, terras, matérias-primas, recursos financeiros. Formou-se assim uma elite capitalista poderosa em todos os países, oriunda da burguesia, que havia derrubado as estruturas do Antigo Regime.
A Sociedade Industrial também se desenvolvia em cima da desigualdade. Mas no final do sec. IX, escolas gratuítas, mantidas pelo governo, passaram a ser instaladas em diversos países; facilitava, os estudos e formavam profissionais para os escritórios e as lojas. Médicos, engenheiros, advogados, professores, contadores, escriturários e auxiliares de escritório ganhavam salários que lhes permitiam viver em casas confortáveis e vestir-se com roupas novas e caras.
Era a classe média
Em Sociologia, uma sociedade é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade. A sociedade é objeto de estudo comum entre as ciências sociais, especialmente a Sociologia, a História, a Antropologia e a Geografia
Uma sociedade é um grupo de indivíduos que formam um sistema semi-aberto, no qual a maior parte das interações é feita com outros indivíduos pertencentes ao mesmo grupo. Uma sociedade é uma rede de relacionamentos entre pessoas. Uma sociedade é uma comunidade interdependente. O significado geral de sociedade refere-se simplesmente a um grupo de pessoas vivendo juntas numa comunidade organizada.
Os sociólodos definem sociedade como um conjunto de pessoas que vivem em um mesmo território, falam a mesma língua e compartilham a mesma cultura.
A origem da palavra sociedade vem do latim societas, uma "associação amistosa com outros". Societas é derivado de socius, que significa "companheiro", e assim o significado de sociedade é intimamente relacionado àquilo que é social. Está implícito no significado de sociedade que seus membros compartilham interesse ou preocupação mútuas sobre um objetivo comum. Como tal, sociedade é muitas vezes usado como sinônimo para o coletivo de cidadãos de um país governados por instituições nacionais que lidam com o bem-estar cívico.
Pessoas de várias nações unidas por tradições, crenças ou valores políticos e culturais comuns, em certas ocasiões também são chamadas de sociedades (por exemplo, Judaico-Cristã, Oriental, Ocidental etc.). Quando usado nesse contexto, o termo age como meio de comparar duas ou mais "sociedades" cujos membros representativos representam visões de mundo alternativas, competidoras e conflitantes.
Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um conceito desenvolvido inicialmente pelo antropólogo Edward Burnett Tylor para designar o todo complexo metabiológico criado pelo homem. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social; É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período.
Tradição (do latim: traditio, tradere = entregar; em grego, na acepção religiosa do termo, a expressão é paradosis παραδοσις) é a transmissão de práticas ou de valores espirituais de geração em geração, o conjunto das crenças de um povo, algo que é seguido conservadoramente e com respeito através das gerações.
A tradição e sua presença na sociedade baseiam-se em dois pressupostos antropológicos: a) as pessoas são mortais; b) a necessidade de haver um nexo de conhecimento entre as gerações.
Os aspectos específicos da tradição devem ser vistos em seus contextos próprios: tradição cultural, tradição religiosa, tradição familiar e outras formas de perenizar conceitos, experiências e práticas entre as gerações. A tradição toma feições peculiares em cada crença. Pode-se destacar a presença da tradição nos grandes grupos religiosos: Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo.
Caçador-coletor
O homem foi um caçador-coletor até à revolução neolítica, e a caça e a coleta foram os primeiros modos de subsistência do Homo sapiens. Estas atividades foram herdadas diretamente do mundo animal, particularmente dos primatas.
Estes modos de subsistência consistem na recolha da natureza do que ela fornece espontaneamente. Precedem a pecuária e a agricultura, e podem dar origem ao nomadismo, se as manadas que fornecem a subsistência principal se deslocam ou se os
• As descobertas arqueológicas sustentam a hipótese de que, há vinte mil anos, todos os seres humanos eram caçadores-coletores. Hoje ainda subsistem caçadores-coletores no Ártico e nas florestas tropicais úmidas, onde outras formas de subsistência não são possíveis. A maior parte desses grupos teve ancestrais agricultores, que foram empurrados para zonas periféricas no decorrer de migrações e de conflitos. Estima-se que estas comunidades desaparecerão dentro de algumas dezenas de anos.
São utilizados apenas os materiais disponíveis na natureza para a construção de abrigos, dando preferência para os naturais, que necessitem de poucas transformações. Estes abrigos destinam-se à proteção contra intempéries e predadores.
A grande maioria das sociedades de caçadores-coletores é nômade. Normalmente, os recursos de uma área são rapidamente esgotados, tornando impossível a fixação permanente dos grupos humanos.
Características dessas sociedades
Alguns aspectos são comuns à maioria das sociedades de caçadores e coletores, entre eles: a) a capacidade de interferir no meio ambiente é mínima; b) e necessária sempre uma vasta área para garatir a sobrevivência, visto que os recursos se esgotam rapidamente; c) o deslocamento é constante; d) são formados por poucos membros, espalhados poe centenas de quilômetros quadrados, e) a posse de recursos se reduz ao mínimo; f) não há produção de reserva, esse tipo de eocnomia é chamdo de subsistência.
Não há pobres e ricos entre eles, as divisões se restringem ao sexo, a idade e ao parentesco. Todos tem praticamente o mesmo nível de poder. Não há divisão de trabalhp. Mas geralmente os homens ficam com a caça e a pesca, e as mulheres à coleta de frutos e raízes. Segundo estudiosos dessas sociedades, apenas a metade dos membros atinge a idade de 20 anos.
O traço central das sociedades de caçadores e coletores é a ausência de excedentes ou sobras, pois a dificuldade para obtenção de alimentos são tamanhas que nenhuma sobra é possível.
Com o desenvolvimento tecnológico, ao longo de milhares de anos, como veremos, os excedentes tornaram-se possíveis . E wundo há excedentes , alguns membros da sociedade podem viver deles e ocupar-se com atividades que não sejam a exclusiva busca de alimentos, podendo dedicar-se a outras atividades.
Se não tivéssemos saído da condição de caçadores-coletores, não teriam existido Sócrates, Jesus Cristo, Leonado da Vinci, Mozart, etc.
SOCIEDADES DE PASTORES
Há cerca de 10 mil anos, alguns animais passaram a conviver com os humanos. Iniciava-se o processo de domesticação, importante passo na evolução humana. Ovelhas e cabras passaram a ser mantidas no mesmo local, podendo ser facilmente levadas para pastar e reunidas à noite sem que fugissem. E reproduziam-se rapidamente. Carne, leite, lã e couro tornaram-se bens muito valiosos. Podiam sustentar um grupo grande de pessoas, sem que fosse necessário caçar e coletar vegetais.
Formavam-se assim sociedades de pastores, sobretudo em regiões áridas, como no deserto do Saara (África), na Mongólia (Ásia Central) e em diversas áreas do Oriente Médio. Nessas regiões a agricultura, que se desenvolvia na mesma época em outras regiões, era praticamente impossível. Ainda hoje podem ser encontrados grupos humanos dedicados exclusivamente ao pastoreio nesses mesmos locais.
As principais caracteríticas das antigas sociedades de pastores eram: a) nomadismo – as pastagens não duravam muito tempo, por isso novas eras diviam ser constantemente procuradas; b) grupos grandes; c) propriedade particular dos rebanhos; d) desigualdade social – era consequância da posse particular de rebanhos e mesmo de pastagens, com o tempo, algumas famílias conseguiam criar masi animais que outras, graças à sorte ou a uma administração mais eficiente.
Surgiam famílias mais poderosas, com chefes que deram origem ao chamado sistema patriarcal. A domesticação do cavalo (por volta dd 3500 a.C.) tornou-se fator decisivo na dominação de uma família, de um grupo ou clã, originando a guerra para o roubo de animais e a conquista do território.
AS SOCIEDADES DE HORTICULTORES
Há cerca de 10.000 anos, ou seja, quando ocorria a domesticação dos primeiros animais,ealgumas áreas do Orinte Médio formavam-se hortas, com os primeiros cultivos de vegetais. Trigo, ervilha, oliveira, arroz e milhete são considerados os primeiros vegetais domesticados.
A tecnologia e os meios de produção eram simples: bastões para perfurar o chão e sementes que eram colocadas nos buracos. Mas havia uma avanço importantissímo: o conhecimento e o controle no processo de produção. As pessoas sabiam que não precisavam mais depender dos recursos da natureza e que, em áreas destinadas especificamnte às culturas, podiam dcidir o momento de plantar e o momento de colher.
Esta estabilidade permitiu o sedentarismo e a formação de aglomerados humanos, com milhares de pessoas. Iniciava-se a revolução agrícola, um dos passos mais importantes na evolução a humanidade.
Com a formação dos primeiros excedentes ou estoques, surgia a necessidade de recepientes e locais para o armazenamento dos mesmos. Surgia assim os artsãos que se dedicaram a confecção de vasos, potes, panelas, fornos e fogões.; outrs pessoas passaram a dedicar-se a outras tarefas como a construção de casas, fabricaação de armas, ferraments, etc. Era a divisão do trabalho que se instalava. Também começou a surgir a desigualdade social.
Segundo alguns sociólogos foi nessa época que surgiu a escravidão.. Chefes assumiram o governo de grupos e sociedades, tornando-se reis com poder hereditário, surgia assim uma elite que dominava a população.
AS SOCIEDADES AGRÁRIAS
A invençao mais importante e revolucionária foi a do arado, ocorrida por volta de 4.000 a.C. Aliado à descoberta da roda e da tração animal, o arado desencadeou o que se chamou de revolução agrícola. A irrigação acrescentou outra mlhoria extraordinária. A produção aumentou enormemente. Revolvida e arejada pelo arado, umedecida pela irrigação, a terra podia ser cultivada indefinidamente. Os assentamentos de moradores tornaram-se permanetes, dando origem às primeiras cidades. Ocorreram a descoberta da escrita e dos números e a fundição de metais; começava a pratica da metalurgia.
Características das sociedades agrárias
A desigualdade social já instalada na etapa anterior, a da horticultura, acentuou-se com o aumento da produção. E a invenção da escrita contribuiu para criar uma uma diferenciação ainda maior entre as camadas sociais superiores e as camadas dos camponeses e escravos.
Também a divisão do trabalho foi se acentuando, junto com o crescimento das cidades. Nessas, um número cada vez maior de pedreiros, ferreiros, carpinteiros, soldados, tecelões e centenas de outros prosissionais podiam dedicar-se a sua tarefas sem precisar produzir seus alimentos. Geralmente estavam a serviços dos poderosos, que lhes pagavam as tarefas com moedas ou comida e abrigo.
As sociedades agrárias organizavam-se em complexos sistemas políticos e religiosos. O poder político e religiosos estava intimamente ligado.
DESIGUALDADES SOCIAIS
Também a concentração de riquezas era espantosa nas sociedades agrárias. As famílias reais e um pequeno grupo de patrícios e nobres possuíam mais de 90% de toda a riqueza – terras e produção agrícola. Controlavam assim os meios de produção.
De fato, de todas as sociedades que existiram, as sociedades agrárias foram as que apresentaram as maiores desigualdades sociais.
AS SOCIEDADES INDUSTRIAIS
Por volta de 1750, na Inglaterra, alguém percebeu que a água caindo de uma certa altura tinha força para fazer girar uma roda dentada situada em um nível mais baixo. Colocando um eixo nessa roda, podia-se fazer girar um aparelho para fazer fios, um pilão para descascar e moer cereais... Era o início de uma revolução: a força dos músculos animais sendo substítuidas por uma força que não se cansa e pode trabalhar dia e noite sem exigir comida e pagamento.
Um novo passo foi dado quando alguém percebeu que o vapor da água fervendo pode levantar a tampa da panela: o vapor representa uma força e, portanto pode movimentar uma roda, um eixo.... Nasciam as máquinas a vapor, a principal das quais foi a locomotiva, início da revolução dos transportes.
A introdução desses novos meios de produção – a água e o vapor – para cavar, trnasportar, serrar, cortar, erguer, girar desencadeou a maior revolução tecnológica até aquele tempo: a Revolução Industrial. Ela ganharia novo impulso no sec. XIX, com a descoberta da eletricidade. As sociedades agrárias não seriam mais as mesmas.
Podemos imaginar o que representou a invenção de máquinas que libertaram o homem do uso de seus músculos e deixaram-no livre para usar seu cérebro – ou seja, sua inteligência e imaginação.
Junto com a eletricidade, o carvão foi um dos principais elementos propulsores da Revolução Industrial.
ELITES E DESIGUALDADE
Desde os primeiros momentos da Revolução Industrial, pessoas empreendedoras e com capital passaram a dominar os meios de produção – máquinas, fábricas, terras, matérias-primas, recursos financeiros. Formou-se assim uma elite capitalista poderosa em todos os países, oriunda da burguesia, que havia derrubado as estruturas do Antigo Regime.
A Sociedade Industrial também se desenvolvia em cima da desigualdade. Mas no final do sec. IX, escolas gratuítas, mantidas pelo governo, passaram a ser instaladas em diversos países; facilitava, os estudos e formavam profissionais para os escritórios e as lojas. Médicos, engenheiros, advogados, professores, contadores, escriturários e auxiliares de escritório ganhavam salários que lhes permitiam viver em casas confortáveis e vestir-se com roupas novas e caras.
Era a classe média
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